Prémios individuais do Torneio foram os seguintes:
Melhor marcador – SAMUEL HAANPAA (Fin)
Melhor ressaltador – PAULO PRESTES (Bra)
Melhor assistências – TEEMU RANNIKKO (Fin)
MVP – PAULO PRESTES (Bra)
No que se refere à nossa selecção e à sua preparação, vamos fazer alguns destaques quer pela positiva quer pela negativa na nossa opinião deste torneio:
José Costa, revelou-se como o principal base da selecção, o base com maior liderança, capacidade de assumir decisões e de colocar a equipa a funcionar, aos 36anos é neste momento a principal referência de equipa para a posição 1;
Diogo Carreira, apesar de no aspecto defensivo do seu jogo ter algumas lacunas e de alguma inexperiência a jogar a nível de selecção é sem dúvida uma mais-valia ofensiva, pela sua facilidade de concretização de pontos, este em crescendo ao longo deste torneio vamos ver os seus progressos;
Miguel Minhava e João Figueiredo, são dois jogadores que passaram por completo ao lado desta competição, Minhava parece ser a eterna esperança, tem potencial, estatura, já alguma experiência mas que demora afirmar-se como uma mais-valia, nem um minuto esteve em campo; Figueiredo, mais uma vez com o azar de uma lesão não esteve tantas oportunidades como seria de esperar, mas quando as teve também não esteve no melhor nível;
Carlos Andrade, um verdadeiro exemplo de quer, disponibilidade e capacidade, esteve sempre muito concentrado e muito bom plano na defesa, sempre a saltar no auxílio dos seus companheiros e ainda com a sua capacidade concretizadora normal;
Fernando Sousa, é um destaque não tanto pelo que fez, mas sim pela mudança de mentalidade e exemplo que representa para todo o país basquetebolístico, uma vez que a convocatória de Sousa é uma mensagem dada por Moncho Lopez que a selecção está aberta a todos!
Rui Mota, é certo que recupera de uma pequena lesão, mas sendo um jogador que a sua equipa disputou a final do playoff era exigido que estivesse em melhor plano e que produzisse mais.
David Gomes, revelou muita inexperiência e algum nervosismo, mas também muito quer e muita capacidade de luta, é certo que não é uma aposta para “agora”, mas sim como sempre disse Moncho é intenção alargar o leque de opções para as posições interiores e nesse aspecto Gomes deu tudo para merecer nova chamada.
Elvis Évora, continua a ser o principal poste da selecção e continua a deixar a sua concorrência interna muito longe do seu nível, está em grande forma depois de um inicio de época falhado em Espanha, o seu regresso à competição nacional foi uma aposta ganha.
Miguel Miranda e João Santos, são dois dos esteios mais firmes da selecção, jogadores capazes e com largar experiencia, mantém o espírito de selecção e são vozes de comando do grupo, de certeza são dois dos indiscutíveis dos seleccionados de Moncho Lopez.

Foto retirado do site da FPB





